Elsa & David

Elsa & David

Saturday, May 16, 2026 • San Jose, CA
22 Days To Go!
Elsa & David

Elsa & David

Saturday, May 16, 2026 • San Jose, CA
22 Days To Go!

Our Story/A Nossa História

From first grade to forever—our story began decades ago, wandered the world, and found its way back home, right on time.


Then

We met long before we ever imagined our story would come full circle. Our first meeting was in first grade at Anne Darling Elementary School, followed by years of crossing paths at San Jose High, where we graduated together with the Class of 1993. We were friends then—part of the same world—before life carried us in different directions.


After high school, Elsa moved to Oregon to play basketball and continue her studies, eventually spending years exploring the world. That journey led her to South Africa, where she lived and worked for nearly fifteen years before returning to San José to be closer to her mom. David followed music wherever it led, touring locally and internationally with various bands, including Os Águias and Caixa, as well as the Portuguese Band of San Jose, sharing his love of music across continents.


Now

Thirty years later, life found a way to bring us back together. Elsa returned to San José and became Executive Director of POSSO, a nonprofit serving Portuguese-Americans and other immigrant communities. Not long after, she hired David’s mom, Mariana Flores, who led Portuguese cooking classes and delivered meals to homebound seniors. During the classes, Mariana would often call David to bring supplies she’d forgotten—small moments that quietly reconnected two lives that had once overlapped.


We began to notice each other differently. David says that after seeing Elsa again, he couldn’t stop thinking about her—that he fell in love with her eyes, even way back then. Elsa caught herself looking at David a little longer, a little warmer than she would a friend, wondering what that meant. Every time we saw one another, David greeted Elsa with a kiss on the cheek—customary in our culture, yet unmistakably different when it came from him.


What started as small talk slowly became something more. After a concert where David had played, we ran into each other outside—David packing up his tuba, Elsa heading home. We lingered and talked, and the rest of the world seemed to fade away. Later that night, David sent Elsa a message thanking her for coming to the concert. A few messages followed—mostly about the music and her favorite song—but little did we know that we both went to bed wondering the same thing.


We didn’t wait long. Just months after David asked Elsa for a kiss, he proposed—often explaining it simply with, “I need Elsa in my life and I wanted to lock us in.”


We’re both in our 50s and have lived full, very different lives, but what matters most are the things we share: our culture, our love of life, our devotion to family, and a deep respect and admiration for one another.


Since then, we’ve been making up for lost time. We laugh a lot, have traveled often, and adventured widely, always keeping our moms close to our hearts. Last April, the four of us traveled to Portugal together, including visiting the Azorean island of São Jorge and the town of Topo, where both of our moms were born. In October, we took a legendary road trip with Elsa’s mom and her twin across Southern California and the Southwest—driving red dirt roads, collecting rocks, and fully embracing Elsa’s love of nature and adventure.


We adore one another—the way we look at each other says everything. We’re endlessly grateful for this love , even if we sometimes wish we’d met earlier, just so we could live this love a little longer (and maybe have a house full of babies). Neither of us has ever been married before, and we can’t wait to walk this journey together—for the first and only time—side by side.


A Nossa História


A nossa história começou há décadas, percorreu o mundo e encontrou o caminho de volta a casa, no momento certo.


Antes

Conhecemo-nos muito antes de imaginarmos que a nossa história daria uma volta completa. O nosso primeiro encontro foi na primeira classe, na Anne Darling Elementary School, seguido de anos no San Jose High, onde formámos juntos na Turma de 1993. Éramos amigos — fazíamos parte do mesmo mundo — antes de a vida nos levar por caminhos diferentes.


Depois do liceu, a Elsa mudou-se para o Oregon para jogar basquetebol e continuar os estudos, acabando por passar anos a explorar o mundo. Essa viagem levou-a à África do Sul, onde viveu e trabalhou durante quase quinze anos, antes de regressar a San José para estar mais perto da mãe. O David seguiu a música para onde ela o chamava, tocando local e internacionalmente com várias bandas, incluindo Os Águias, Caixa, e com a Banda Portuguesa de San Jose, partilhando o seu amor pela música além-fronteiras.


Agora

Trinta anos depois, a vida encontrou uma forma de nos voltar a juntar. A Elsa regressou a San José e tornou-se Diretora Executiva da POSSO, uma organização sem fins lucrativos ao serviço de luso-americanos e de outras comunidades imigrantes. Pouco tempo depois, contratou a mãe do David, Mariana Flores, que passou a orientar aulas de culinária portuguesa e a entregar refeições a seniores confinados em casa. Durante as aulas, a Mariana ligava muitas vezes ao David para trazer materiais que se tinha esquecido em casa — pequenos momentos que, silenciosamente, voltaram a cruzar duas vidas que já se tinham tocado no passado.


Começámos a olhar um para o outro de forma diferente. O David diz que, depois de voltar a ver a Elsa, não conseguia parar de pensar nela — que se apaixonou pelos seus olhos, ainda daquela altura. A Elsa apanhou-se a olhar para o David um pouco mais tempo, com mais ternura do que olharia para um amigo, perguntando-se o que isso significava. Sempre que nos víamos, o David cumprimentava a Elsa com um beijo na face — algo comum na nossa cultura, mas inconfundivelmente diferente quando vinha dele.


O que começou como conversa casual foi-se transformando lentamente em algo mais. Depois de um concerto em que o David tocou, encontrámo-nos cá fora da igreija das Cinco Chagas — o David a arrumar a tuba, a Elsa a caminho de casa. Ficámos ali a conversar, e o resto do mundo pareceu desaparecer. Mais tarde, nessa noite, o David enviou uma mensagem à Elsa a agradecer-lhe por ter ido ao concerto. Seguiram-se mais algumas mensagens — sobretudo sobre a música e a canção favorita dela — sem sabermos que ambos fomos dormir a pensar exatamente na mesma coisa.


Não esperamos muito. Apenas alguns meses depois de o David pedir um beijo à Elsa, ele fez o pedido de casamento — explicando-o muitas vezes de forma simples: “Eu preciso da Elsa na minha vida e quis garantir que ficávamos juntos.”


Estamos ambos na casa dos 50 e vivemos vidas cheias e muito diferentes, mas o que mais importa são as coisas que partilhamos: a nossa cultura, o amor pela vida, a dedicação à família e um profundo respeito e admiração um pelo outro.


Desde então, temos tentado recuperar o tempo perdido. Rimos muito, viajámos bastante e vivemos muitas aventuras, sempre com as nossas mães bem perto do coração. Em abril passado, nos quatro viajámos juntos até Portugal, incluindo uma visita à ilha de São Jorge, nos Açores, e à vila do Topo, onde as nossas mães nasceram. Em outubro, fizemos uma lendária road trip com a mãe da Elsa e a sua irmã gémea pelo sul da Califórnia e pelo Sudoeste dos EUA — a percorrer estradas de terra vermelha, a apanhar pedras e a abraçar por completo o amor da Elsa pela natureza e aventura.


Adoramo-nos — a forma como olhamos um para o outro diz tudo. Somos profundamente gratos por este amor, mesmo que às vezes desejemos ter-nos encontrado mais cedo, só para podermos vivê-lo um pouco mais (e talvez ter uma casa cheia de bebés). Nenhum de nós foi casado antes, e mal podemos esperar por percorrer este caminho juntos — pela primeira e única vez — lado a lado.